SOCIOTRAMAS 3

CIDADES INTELIGENTES: POR QUE, PARA QUEM?

“Cidades inteligentes”, em inglês, “smart cities”, tornou-se um dos grandes temas do momento em quase todos os países do mundo. O conceito pode ser entendido como sinônimo de cidade sustentável, verde, vivenciável. Mas o denominador comum das cidades inteligentes encontra-se no acesso a tecnologias e a dados capazes de conectar pessoas e conhecimento que possam levar a mudanças. Isso envolve o uso estratégico de tecnologias novas e avançadas na busca de soluções que liguem os cidadãos e as tecnologias urbanas em uma plataforma comum. Já existem vários exemplos de projetos de cidades inteligentes e eles demonstram que as mídias sociais, os mercados informacionais e a internet das coisas podem dar suporte a objetivos como bem-estar urbano, mobilidade social e resiliência da infraestrutura. Tanto o tema quanto os projetos que o levam à frente estão ainda em estado de experimentação, o que justifica que comecemos a refletir sobre isso para que possamos nos posicionar e mesmo nos engajar em iniciativas práticas em prol do desenvolvimento da inteligência urbana. Este livro pretende colaborar com isso – Lucia Santaella (Org.).

Confira as fotos do lançamento do livro:

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Sumário

Apresentação 8
Lucia Santaella

Capítulo 1
Cidades como ambientes cognitivos 12
Patricia Fanaya

Capítulo 2
As ambivalências das cidades inteligentes 24
Lucia Santaella

Capítulo 3
A inteligência na sociedade positiva: dos humanos às cidades 38
Marcelo de Mattos Salgado

Capítulo 4
Cidades inteligentes ou cidadãos pensantes? Entre a eficiência máxima e o bem comum 50
Marcus Bastos e Thiago Mittermayer

Capítulo 5
Paradoxos no espaço urbano: a vigilância e o papel da arte 64
Fabio de Paula e Ana Maria Di Grado Hessel

Capítulo 6
Cidades inteligentes: resiliência e setor privado 78
Fernando Perez de Britto

Capítulo 7
Resiliência nas cidades inteligentes: potencial, limites e desafios 94
Cilene Victor e Kalynka Cruz-Stefani

Capítulo 8
Cingapura: educação e inovação em uma smart city 110
Stella Hiroki

Capítulo 9
São Paulo: limites e possibilidades de uma cidade inteligente 126
Lucia Maria Machado Bógus e Angélica Benatti Alvim

Capítulo 10
São Paulo, nos percursos de uma inteligência sensivel 146
Ana Claudia de Oliveira

Capítulo 11
Praças, parques: espaços públicos conectados 176
Patricia Huelsen e Marcelo Graglia

Capítulo 12
#OcupeEstelita: da cidade inteligente ao cidadão inteligente 194
Maria Collier, Eduardo Faria e Fabio Mosaner

Capítulo 13
Jogos locativos: apropriação do espaço urbano 216
Patricia Coelho

Autores 232

Para adquirir o livro acesse: Editora Estação das Lestras e Cores