Magaly Prado

Homens, máquinas e suas coisas a viver em cibercidades inteligentes

A intenção deste estudo é identificar quando e como as tecnologias tornam uma cidade inteligente do ponto de vista social em tempos ubíquos. A ideia é cruzar ferramentas digitais, internet das coisas e realidade aumentada como aplicativos — desde aqueles com streaming de forma bruta até os editados — que podem fornecer a melhora de serviços no intuito de ajudar os cidadãos a viver melhor onde moram e em locais que frequentam com informações do espaço urbano “lincado” ao ciberespaço. Como referencial teórico, autores como Santaella, Latour, Lemos, Beiguelman, Castells, Gabriel, Brissac, Benkler, Manovich, Jenkins, entre outros, que pensam a cibercultura e nela, a cibercidade como espaço público conectado, com regiões geolocalizadas, mapeadas, cartografadas em um hibridismo de redes, artes e conexões de homens, máquinas, dados e objetos.

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