Marcelo de Mattos Salgado

A gamificação do romance entre os jovens

Ainda na década de 1990, sites como o então ativo “Amigos Virtuais” marcaram o início da digitalização de laços afetivos românticos no Brasil. De lá para cá, com o aprofundamento da globalização das interações por meio do progresso e espalhamento das tecnologias digitais na direção da ubiquidade (Santaella, 2013), é possível registrar uma relação com o tempo (2007, Hassan & Purser) que, entre muitas variáveis, modifica também a forma como lidamos com romance e flerte — particularmente os jovens, que têm uma relação muito mais intensa com as tecnologias digitais (2014, Pesquisa Brasileira de Mídia). Este trabalho foca os aplicativos Tinder e Hot or Not para fazer uma análise inicial a respeito de como jovens brasileiros de São Paulo, entre 16 e 24 anos, enxergam e vivem o romance digital e seus supostos atributos de games.

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