Eduardo D’Ávila de Faria

Redes Sociais de Fanfics: O circuito da cultura e a apropriação de universos ficcionais entre os jovens

As redes sociais ganham cada vez mais seus nichos e fins específicos. Já existem aquelas com o fim de formar pares românticos, aquelas de temáticas específicas como fotografia, tecnologia ou design. Recentemente, porém, dois fenômenos atingiram a produção cultural, principalmente na área do entretenimento: as narrativas transmídia e a democratização das ferramentas de produção. Esses dois fatores influenciaram as criações e cultivo de redes sociais dedicadas exclusivamente aos fanfics, histórias criadas por fãs dentro de redes sociais digitais que se apropriam do universo ficcional de um filme ou série e os bifurcam em infinitas possibilidades narrativas não-oficias. O presente artigo propõe uma análise da rede NYAH!, uma plataforma social digital que reúne ávidos produtores de conteúdo desse tipo de ficção e seus leitores, que se organizam em uma estrutura social complexa e única. Partindo da visão de Stuart Hall sobre o circuito da cultura, que compreende os conceitos de representação, regulação, identidade, consumo e produção, todos relacionados entre si, faremos, então, uma análise do que compreende ser autor e consumidor de fanfic e como a produção acontece em meios as tais relações digitais.

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