2015 – Aula Magna Derrick de Kerckhove

O TIDD/PUC-SP e os grupos de pesquisa Sociotramas e TransObjeto convidam a todos para a aula magna “TOWARDS A CULTURE OF TRANSPARENCY“, com o Prof. Dr. Derrick de Kerckhove.

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Terça-feira, dia 31 de março de 2015, às 17h.
No Auditório Paulo Freire (Piso Superior Tuca).
PUC-SP, Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes. 

Derrick de Kerckhove é professor emérito no departamento de francês na Universidade de Toronto, onde  dirigiu o McLuhan Program in Culture & Technology. Depois disso, lecionou na faculdade de sociologia da Universidade Federico II em Nápoles. Atualmente, é diretor científico do Media Duemila, em Roma, e também é diretor de pesquisa no Instituto interdisciplinar de Internet na Universidade Aberta da Catalunha em  Barcelona. Seus campos de pesquisa incluem Tecnopsicologia, Psicotecnologia, Pesquisa Neurocultural, Tecnologias das Artes e das Comunicações, Teoria da Mídia, Softwares Educativos Colaborativos e Inteligência Coletiva. A obra do autor inclui mais de doze livros publicados em mais de dez línguas.

Ementa: “Rumo à cultura de transparência
Atualmente, todas as tecnologias de rastreamento de dados estão convergindo e sendo rapidamente absorvidas pelo Big Data. A pertinência comercial e social de sabermos tudo sobre nós — mas quase nada sobre as questões de segurança — faz com que esta tendência seja irreversível. Nosso destino, como uma sociedade globalmente imersa na cultura digital, é nos tornarmos transparentes. Este é exatamente o oposto dos efeitos da literacia que nos tornou pessoas individualmente opacas. Hoje em dia, as mídias sociais já começam a “publicar” os jovens antes que eles tenham tempo para amadurecer como indivíduos. “Cookies” fazem com que todos nós estejamos acessíveis por meio de referências cruzadas, de modo que as mídias sociais já não estão mais sob o controle dos usuários. Sem que a maioria das pessoas tenha consciência disso, estamos agora sendo “guiados” pelo nosso “inconsciente digital”, o qual já detém mais poder sobre nós do que — talvez — o próprio inconsciente freudiano teria. Desde a invenção do telégrafo, a transparência é um dos grandes efeitos da eletricidade e é também a fonte mais visível de uma mudança que está ocorrendo globalmente em nossa civilização. Será que devemos ter algum receio frente a isso? Podemos fazer algo diante disso? Como podemos facilitar a nossa transição de cidadãos privados para nos tornarmos “nós em uma rede mundial”?

Mais Informações:

http://www.facebook.com/Sociotramas

https://www.facebook.com/transobjeto

In english

Derrick de Kerckhove

Derrick de Kerckhove is former Director of the McLuhan Program in Culture & Technology at the University of Toronto, where he is professor emeritus at the Department of French. He subsequently joined the Faculty of Sociology of the University Federico II in Naples. Presently, scientific director of the Rome based monthly Media Duemila, he is author of more than a dozen books edited in over ten languages including Italian, French, Spanish, Portuguese and Brazilian, Slovenian, Polish, Chinese, Japanese and Korean. He is also Research Director at the Interdisciplinary Internet Institute (IN3) at l’Universitat Oberta deCatalunya in Barcelona. His fields of research includeTechnopsychology, Psychotechnology, Neuro-cultural research, Art and communication technologies, Media Theory, Collaborative Educative Software, and Connected Intelligence.

Abstract: “Towards a Culture of Transparency”

All technologies of data-tracking are presently converging very fast to be absorbed by and into Big Data. The commercial and social pertinence of knowing everything about us – to say nothing about security issues – makes that trend irreversible. Our destiny as a society immersed into digital culture world-wide is to become transparent. This is the exact opposite of the effects of literacy that made people individually opaque. Social Media begin to “publish” young people before they had time to mature as individuals. Cookies make everybody accessible for cross-referencing at a level that, different from social media is not under the control of the users. Without most people realizing it, we are now being ‘driven’ by our “digital unconscious” that has more power over us than perhaps the Freudian kind. Transparency is one the great effects of electricity since the invention of the telegraph and it is the most visible source of a change in civilization that is now world wide. Do we have to fear it ?Can we do anything about it ? How can we ease the transition from being a private citizen to becoming a node in a globalnetwork?

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