O tempo nas redes digitais: quando as ciências conversam (e uma equação ajuda)

Por Marcelo Salgado As interações entre os grupos de conhecimentos científicos chamados — por vezes, de forma polêmica — hard sciences e soft sciences são, no mínimo, estimulantes. De um lado, teríamos as ciências “duras” (como Física e Química); em teoria, mais rigorosas e fiéis ao método científico, pois fariam tão somente leituras concretas da … Continue lendo O tempo nas redes digitais: quando as ciências conversam (e uma equação ajuda)

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Gameficção: elementos fictícios dos games

Por Thiago Mittermayer O presente post tem a intenção de continuar a discussão iniciada na postagem Gamificação ou gameficção?. Na ocasião, realizamos uma crítica enquanto ao uso indevido do termo gamificação (gamification) por parte de algumas áreas que não dominam os games a fundo. Em geral, são contextos externos aos jogos digitais e que vendem … Continue lendo Gameficção: elementos fictícios dos games

Redes sociais, design digital e ensino de comunicação no Brasil

Por Fabio de Paula Desde o surgimento da internet como ferramenta de troca de informação, o ensino da comunicação social no Brasil busca integrá-la tanto no que se refere aos aspectos ligados às pesquisas e teorias comunicacionais quanto na aprendizagem da prática profissional. Com a consolidação das redes sociais, porém, a velocidade das transformações no … Continue lendo Redes sociais, design digital e ensino de comunicação no Brasil

Escola Senciente: plantando sementes para o futuro

Por Izabel Goudart Escola Senciente é uma proposta de compreender a escola a partir da concepção de um organismo sensível e acoplado ao meio ambiente comunicacional e informacional que age como um agente ativo na organização do cotidiano escolar na periferia da nossa atenção. Proposição que parafraseia Crang e Grahan quando atribuem às cidades o … Continue lendo Escola Senciente: plantando sementes para o futuro