Toc-toc-toc, alooou!? Tem vida inteligente do outro lado do teclado?

Por Kalynka Cruz

Há alguns anos com a chegada da internet, apostava-se no fim de certas profissões, no surgimento de outras e na transformação de algumas… Havia muita dúvida sobre algumas novas demandas.  Sem dúvida, os profissionais de comunicação estavam debaixo desse guarda-chuva de dúvidas — tanto jornalistas, quanto publicitários e relações públicas, entre outros, tentavam “ajustar seu caminho pra encontrar o da internet”.

Muita coisa mudou, novas linguagens foram criadas, postos de serviços foram suprimidos ou criados para adaptação a essa tal automação digital. E no meio dessa metamorfose surge uma nova profissão: o analista de redes sociais, ou o social media.

Demorou um pouco para que as empresas entendessem que não bastava estar presente institucionalmente no ciberespaço (web 1.0); era preciso interação (web 2.0) — e mais, era preciso interação sincrônica, personalizada e inteligente (web 3.0). E para isso era preciso encontrar um interlocutor que soubesse manter o equilíbrio entre low e high profile no mundo digital.

Em pouquíssimo tempo essa profissão (e suas variáveis) passou por muitas mudanças. Inicialmente, esperava-se dos profissionais de social media uma postura “telemarketing” com reações automatizadas, frases clichês e pouca ou nenhuma autonomia. Isso mudou quando as empresas perceberam que aquele profissional na ponta era um dos responsáveis pela imagem de sua marca, pois ele era, agora, a sua voz. Tal responsabilidade exigia, logicamente, profissionais qualificados e bem remunerados — e não “quebra-galhos com tempo disponível”, o que deu, graças aos Zeus da comunicação, um novo status a estes profissionais.

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Além de ter um pouco dos poderes mágicos do assessor de imprensa, dos publicitários e dos relações públicas, esse profissional deve ser, acima de tudo, criativo e  veloz — capaz de resolver problemas enquanto protege/projeta a imagem de sua empresa para o mundo. Missão de super-herói, às vezes exercida com maestria, outras nem tanto. Recentemente, algumas ações no Brasil e no mundo projetaram esses profissionais para o bem e para o mal…

Neste link você encontra o resumo de oito recentes casos interessantes e em sua maioria positivos (eu não diria que o caso da Centauro foi positivo) resultantes da ação dos social medias. São exemplos da sinergia entre vários social media que conseguem humanizar as marcas (Ponto Frio, Itaú, McDonald’s e Coca-Cola); exemplos de criatividade (casos do Santander X Itaú e caso do Bradesco); e outros de extrema criatividade, habilidade e inteligência (Netflix).

Mas, como nem tudo que brilha é ouro, confira aqui alguns casos em que a presença de um profissional de social media preparado seria muito bem-vinda:

Ooops, desculpe, o café é nacional!

Venha aqui que eu quero lhe “trolar” :

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Pare de escrever asneiras!

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Palhaço…

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E por fim, algumas derrapadas de SACs, mas que servem pra mostrar como o profissional faz falta…

A culpa é dos nordestinos!

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Queime no inferno!

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Toc-toc-toc, alooou, tem vida inteligente do outro lado do teclado?  Sim, tem: os analistas de mídias sociais!

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